Mostrando postagens com marcador animais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador animais. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Seu cachorrinho um dia ainda vai falar!

Sabe aquele cachorrinho inteligente que só falta falar? Pois bem, talvez daqui a alguns milhares de anos ele esteja falando...

Todo animal dito "irracional" será um dia um ser humano (embora a Teosofia diga que não, que os animais vão ficar sempre sendo burrinhos, eu acho que essa ideia vai contra a Lei da Evolução, que a própria Teosofia prega), então todos nós começamos do estágio mais primitivo, que seriam os minerais (onde se treina o domínio das forças de atração e coesão com que as moléculas se ajuntam, e essa evolução está mais refletida na perfeição dos cristais).
Depois evoluímos para os vegetais, onde aprendemos o rudimento das emoções (sim, já é provado cientificamente que as plantas possuem emoções). Traços de individualidade começam a se formar no mundo animal, primeiro como animais mais simples, depois de grande porte, mais selvagens, e depois como animais domésticos. Desenvolve-se o instinto, a intuição. O contato com o ser humano é o estágio final de aprendizado, e não é à toa que mesmo animais ditos "selvagens" possam ter uma afinidade enorme com alguns seres humanos, ficando "humanizados". Mas o ser humano não é o estágio final de evolução. Nesta forma aprendemos a ter consciência, raciocínio, afetividade, responsabilidade e outras tantas condições que caracterizam esta fase.

No livro "Missionários da Luz", de André Luiz, há um capítulo sobre a fecundação, onde fala que o feto vai se transformando, relembrando todos esses estágios, desde um ser unicelular, passado por forma de "girinos"... etc.

Essa é uma hipótese bastante plausível... ainda mais porque os hindus e budistas tratam os animais e até mesmo as pedras como irmãos em desenvolvimento. Mas eu ainda acho que tem gente que por aí não tem alma...

Referência: Os Animais e a Vida Após a Morte;
Os animais têm alma?;
Etapas da evolução espiritual do homem (espiritismo - texto simples);
Evolução do Planeta Terra e dos espíritos (espiritismo - texto mais aprofundado)

terça-feira, 22 de abril de 2014

O Gato e a Espiritualidade.

O Gato e a Espiritualidade. 

Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não topa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento. O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode, ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós. Nada diz, não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe "ler" pensa que "ele" não está ali. Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir. O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluídos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. O gato é um monge silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas. O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precise de promoção ou explicação quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato! Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga. Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo. Lição de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, com o escuro, com a sombra. Lição de religiosidade sem ícones. Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gosto e senso de oportunidade. Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências. O gato é uma chance de interiorização e sabedoria, posta pelo mistério à disposição do homem." O gato é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, é portanto um transmutador de energia e um animal útil para cura, pois capta a energia ruim do ambiente e transforma em energia boa, -- normalmente onde o gato deita com frequência, significa que não tem boa energia-- caso o animal comece a deitar em alguma parte de nosso corpo de forma insistente, é sinal de que aquele órgão ou membro está doente ou prestes a adoecer, pois o bicho já percebeu a energia ruim no referido órgão e então ele escolhe deitar nesta parte do corpo para limpar a energia ruim que tem ali. Observe que do mesmo jeito que o gato deita em determinado lugar, ele sai de repente, poi ele sente que já limpou a energia do local e não precisa mais dele. O amor do gato pelo dono é de desapego, pois enquanto precisa ele está por perto, quando não, ele se a afasta. No Egito dos faraós, o gato era adorado na figura da deusa Bastet, representada comumente com corpo de mulher e cabeça de gata. Esta bela deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos. Nesta época, os gatos eram considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos. "O gato imortal existe, em algum mundo intermediário entre a vida e a morte, observando e esperando, passivo até o momento em que o espírito humano se torna livre. Então, e somente então, ele irá liderar a alma até seu repouso final." 
Fonte:  The Mythology Of Cats, Gerald & Loretta Hausman
Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não topa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento. O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode, ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós. Nada diz, não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe "ler" pensa que "ele" não está ali. Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir. O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluídos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. O gato é um monge silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas. O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precise de promoção ou explicação quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato! Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga. Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo. Lição de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, com o escuro, com a sombra. Lição de religiosidade sem ícones. Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gosto e senso de oportunidade. Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências. O gato é uma chance de interiorização e sabedoria, posta pelo mistério à disposição do homem." O gato é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, é portanto um transmutador de energia e um animal útil para cura, pois capta a energia ruim do ambiente e transforma em energia boa, -- normalmente onde o gato deita com frequência, significa que não tem boa energia-- caso o animal comece a deitar em alguma parte de nosso corpo de forma insistente, é sinal de que aquele órgão ou membro está doente ou prestes a adoecer, pois o bicho já percebeu a energia ruim no referido órgão e então ele escolhe deitar nesta parte do corpo para limpar a energia ruim que tem ali. Observe que do mesmo jeito que o gato deita em determinado lugar, ele sai de repente, poi ele sente que já limpou a energia do local e não precisa mais dele. O amor do gato pelo dono é de desapego, pois enquanto precisa ele está por perto, quando não, ele se a afasta. No Egito dos faraós, o gato era adorado na figura da deusa Bastet, representada comumente com corpo de mulher e cabeça de gata. Esta bela deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos. Nesta época, os gatos eram considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos. "O gato imortal existe, em algum mundo intermediário entre a vida e a morte, observando e esperando, passivo até o momento em que o espírito humano se torna livre. Então, e somente então, ele irá liderar a alma até seu repouso final." 
Fonte: The Mythology Of Cats, Gerald & Loretta Hausman

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Como seu cachorro sabe o que você está sentindo?

Não tem nada mais irritante para um amante de cães do que ouvir coisas como “pare de falar desse jeito com seu cachorro, ele não te entende!”.
Agora, quando você quiser calar a boca desses insensíveis, pode contar com a ciência: uma nova pesquisa do grupo MTA-ELTE da Academia de Ciências da Hungria, em Budapeste, descobriu que nossos amigos de quatro patas tem um “detector” no cérebro dedicado a decifrar emoções em vozes humanas e caninas – e é por isso que seu bichinho de estimação sempre sabe quando você está triste ou alegre.
O circuito neural funciona de forma surpreendentemente semelhante ao dispositivo de detecção de vozes encontrado no cérebro humano. “É o primeiro passo para a compreensão de como os cães podem ser tão sintonizados com os sentimentos de seu dono”, diz Attila Andics, neurobiólogo que liderou o estudo.

Os resultados sugerem que a área para detecção de vozes evoluiu pelo menos 100 milhões de anos atrás, a idade do último ancestral comum de humanos e cães. Também oferecem uma nova visão sobre a conexão exclusiva dos seres humanos com os nossos melhores amigos animais, e ajudam a explicar os mecanismos comportamentais e neurais que fizeram desta aliança tão eficaz por dezenas de milhares de anos.

O estudo

Na década de 1990, cientistas canadenses identificaram uma parte do cérebro humano dedicada a reconhecer vozes. A área não processa palavras ou frases; na verdade, ela detecta todas as outras informações contidas em sons. Por exemplo, quem é a pessoa que está falando? Como ela está se sentindo? Ela está sendo sarcástica ou falando sério?
Andics e sua equipe queriam ver se os cães tinham uma região análoga em seus cérebros. Para isso, eles tiveram que realizar o aparentemente impossível: fazer com que 11 cães ficassem imóveis dentro de uma máquina de escaneamento do cérebro de 10 minutos a uma hora, o tempo todo ouvindo cerca de 200 barulhos diferentes.
Os cientistas começaram com métodos de treinamento padrão: montes de guloseimas e carinho para mostrar que o cachorro fez o esperado. Mas o que realmente ajudou foi criar uma competição entre os animais.

“Nós colocávamos um cão experiente no scanner, e ele ficava lá quietinho. Então nós trazíamos para a sala um cão menos experiente, e ele ficava com tanta inveja! Ele também queria estar na mesa do scanner como o outro cão”, explica Andics.

Após cerca de 20 sessões de treinamento, os pesquisadores colocaram fones de ouvido em cada cão e os deixaram ouvir três tipos de sons: vozes humanas, vozes caninas e ruídos ambientais, tais como um telefone tocando ou um martelo batendo em um prego.
A equipe, então, analisou quais partes do cérebro dos animais responderam a esses sons. Eles descobriram que, assim como os seres humanos, os cães têm uma região com neurônios que se acendem com mais força quando ouvem vozes de sua própria espécie – outros cães latindo, rosnando ou lamentando.
Houve também uma região que era sensível aos tons emocionais em ambas as vozes humanas e caninas, e essa área fica localizada no mesmo local que é encontrada em pessoas – na parte de trás do cérebro, perto das orelhas.
“Quando você olha como os cães respondem a estímulos emocionais em sons, é muito semelhante à forma como os seres humanos respondem. É na mesma região do cérebro, e é mais forte com vocalizações positivas do que negativas”, afirma Andics.

Isso significa que, como as pessoas, os cães usam parâmetros acústicos simples para deduzir o conteúdo emocional de um som. Por exemplo, quando você ri , o som sai em peças curtas e rápidas (há há há). Mas se esse som ficar mais longo (haaaa, haaaa), começa a soar mais como um choro ou lamento. É nisso que as pessoas – e os cães – prestam atenção.
Mas também foram vistas algumas diferenças no processamento de sons nas duas espécies: em cães, 48% de todas as regiões do cérebro sensíveis ao som responderam mais fortemente a outros barulhos, que não vozes. Nos seres humanos, entretanto, apenas 3% das mesmas regiões do cérebro mostram uma maior resposta a sons não vocais. [NPR, ScienceDaily]

Fonte: HypeScience

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Animais de estimação protegem saúde dos bebés

A conclusão é de um  finlandês, que observou que recém-nascidos que convivem com gatos e com cães têm menos problemas de saúde.
Os bebês que nascem em famílias com animais de estimação são mais resistentes a , em especial a  respiratórias. A conclusão é de um estudo finlandês, que observou que os recém-nascidos que convivem com gatos e principalmente com cães têm menos problemas de saúde do que os que não têm estes “amigos de quatro patas” ao seu redor, conclui o portal Boas Notícias.
O estudo, publicado em Agosto na revista científica Pediatrics, acompanhou 397 crianças nascidas na entre 2002 e 2005 com idade até um ano e registou o número de vezes que estas tinham contatos com cães ou gatos semanalmente.
Apesar de as infecções respiratórias e, por exemplo, outros problemas como as otites, serem muito frequentes nos bebés, os investigadores constataram que os que interagiam mais com animais pareciam ter menos tendência a adoecer e, mesmo quando estavam doentes, necessitavam de menos e recuperavam com maior rapidez.
Embora os bebês que vivem com gatos também ficassem mais protegidos, a proteção oferecida por estes animais não era tão grande como a garantida pela presença dos cães. Além disso, os bebês cujos cães entram e saem frequentemente de casa tendem a ser os que correm menos riscos de infecções, o que pode parecer irônico mas tem uma explicação.
Mais micróbios, mais proteção
“Perante estes resultados nós especulamos que, quanto mais tempo o cão passa ao ar livre, mais sujeira e micróbios traz para dentro de casa e, de alguma forma, estes micróbios podem estimular o sistema imunológico da criança e as respostas imunológicas aos vírus e bactérias respiratórias podem ser mais fortes”, esclarece Eija Bergroth, pediatra do Kuopio University Hospital, na Finlândia, e um dos autores do estudo.
“Porém, esta proteção pode ter algo a ver com o próprio cão enquanto animal, ou com o pelo, mas não temos certezas quanto a isso”, acrescenta Bergroth, que sublinha que vai ser necessária uma investigação mais aprofundada para saber mais sobre a forma como a presença de animais melhora o sistema imunitário dos bebês.
De acordo com os investigadores não foi possível apurar se os níveis de proteção registados em crianças que vivem na cidade e em crianças residentes no campo diferem, já que o ambiente pode também ter impacto na existência de micróbios e, portanto, diferentes condições de vida podem significar resultados distintos.
As crianças envolvidas no estudo vão, entretanto, continuar a ser acompanhadas, já que esta investigação se integra num trabalho mais amplo sobre alergias. Portanto, os especialistas esperam dar continuidade à análise da incidência de infecções respiratórias em fases mais tardias das suas vidas.
Fonte: RCM Pharma

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O PODER SECRETO DOS ANIMAIS:

sábado, 28 de setembro de 2013

CARTA DE UM CÃO


Em nome de todos os cachorros abandonados que foram resgatados
Caro amigo, 

Saiba que são muitas as coisas na minha vida que eu amo :
  • Alimentos para cães, 
  • biscoitos caninos, 
  • coisas na lata de lixo, 
  • pontos fedorento no quintal, 
  • manchas de sol no chão da sala, 
  • a minha caixa cheia de brinquedos, 
  • suas meias, 
  • dormir no meio de sua cama, 
  • longas caminhadas, 
  • o poste  no final da nossa rua,
  • ficar pendurando a cabeça para fora da janela do carro .... 
Todas essas coisas são fantásticas, mas o que faz meu rabo abanar mais do que tudo é você, minha melhor amiga. Eu me sinto como o cão mais sortudo do mundo por ter você como minha dona.
E é por isso que: 

  • Eu acordo todos os dias feliz ao seu lado. 
  • Eu sou grato a você que me manteve quente e seguro durante a noite.
  • Mal posso esperar  você acordar para presentear-lhe com um beijo em sua bochecha salgada. 

Meu dia fica ainda melhor quando você pega  uma coleira e vamos para essa coisa que chamam de uma "caminhada"! Fico tão feliz quanto estamos unidos  pela coleira, porque então eu sei que outros cães não vão levar voce, que tanto amo, para  longe de mim. 
Você deve ser a melhor pessoa que um cão poderia ter.

Depois da nossa caminhada eu costumo sentir um pouco triste porque você troca de roupa, sai de casa e me deixa sozinho por um tempo. Voce nem imagina como eu sinto sua falta nesses momentos!. Mas, porque você é tão boa, você deixa alguns brinquedos para eu mastigar enquanto você estiver longe (embora eles não são tão divertido sem você do meu lado). Saiba que enquanto você está longe eu passo o maior parte do meu tempo deitado em sua calça jeans ao lado da sua foto. Aquela foto que você pendurou na parede para me olhar. 

A melhor parte do meu dia é quando você volta para mim. Meu nariz me diz que você está perto, quando eu percebo seu cheiro me transformo em  pura felicidade. Então você vem até a porta e eu coloco meus olhos, minhas patas, e meu nariz frio na minha melhor amiga!!! Fico tentando pular em seus braços para dizer-lhe o quanto eu senti sua falta e o quanto eu te amo. 

Você encheu meus dias com alegria, e espero que nada nunca nos separe. Eu vivo para você e meu amor por você é verdadeiramente incondicional. Saibam que eu correria qualquer distancia  para estar com você, enfrentaria qualquer perigo para protegê-la, e lamberia incontáveis ​​lágrimas para te confortar. Você é a minha dona, minha amiga, minha vida e meu verdadeiro amor. Eu quero ser sempre aquele que te faz sorrir. 

 Sempre farei  o meu melhor para que você saiba que eu te amo mais do que tudo (até mesmo biscoitos)! 


Seu cachorro 

sábado, 14 de setembro de 2013

ODE AO GATO


Bichos polêmicos sem o querer, porque sábios, mas inquietantes, talvez por isso.
Nada é mais incômodo que o silencioso bastar-se dos gatos. O só pedir a quem amam. O só amar a quem os merece.
O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência. O gato não satisfaz as necessidades doentias do amor. Só as saudáveis.
Lembrei, então, de dizer, dos gatos, o que a observação de alguns anos me deu. Quem sabe, talvez, ocorra o milagre de iluminar um coração a eles fechado? Quem sabe, entendendo-os melhor, estabelece-se um grau de compreensão, uma possibilidade de luz e vida onde há ódio e temor? Quem sabe São Francisco de Assis não está por trás do Mago Merlin, soprando-me o artigo?
Já viu gato amestrado, de chapeuzinho ridículo, obedecendo às ordens de um pilantra que vive às custas dele? Não! Até o bondoso elefante veste saiote e dança a valsa no circo. O leal cachorro no fundo compreende as agruras do dono e faz a gentileza de ganhar a vida por ele. O leão e o tigre se amesquinham na jaula. Gato não. Ele só aceita uma relação de independência e afeto. E como não cede ao homem, mesmo quando dele dependente, é chamado de arrogante, egoísta, safado, espertalhão ou falso.






"Falso", porque não aceita a nossa falsidade com ele e só admite afeto com troca e respeito pela individualidade. O gato não gosta de alguém porque precisa gostar para se sentir melhor. Ele gosta pelo amor que lhe é próprio, que é dele e ele o dá se quiser.
O gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. Sábio, é espelho. O gato é zen. O gato é Tao. Ele conhece o segredo da não-ação que não é inação. Nada pede a quem não o quer. Exigente com quem ama, mas só depois de muito certificar-se. Não pede amor, mas se lhe dá, então ele exige.
Sim, o gato não pede amor. Nem depende dele. Mas, quando o sente, é capaz de amar muito. Discretamente, porém sem derramar-se. O gato é um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano mas se comporta como um lorde inglês.
Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento.
O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode (ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós). Se há pessoas agressivas em torno ou carregadas de maus fluidos, ele se afasta. Nada diz, não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe "ler" pensa que "ele não está ali". Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.
O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluidos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. O gato é um monge portátil à disposição de quem o saiba perceber.
Monge, sim, refinado, silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas. O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precise de promoção ou explicação, quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato!
Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga. Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo.
O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo.
Lição de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, com o escuro, com a sombra. Lição de religiosidade sem ícones.
Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gosto e senso de oportunidade. Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências.
O gato é uma chance de interiorização e sabedoria posta pelo mistério à disposição do homem.

domingo, 28 de julho de 2013

Os Cães adoram reiki Reiki

Cães adoram Reiki. Eles parecem compreender intuitivamente o seu poder de cura.







Para tratar de um cão com Reiki, coloque as mãos levemente sobre ou o mais perto possível do corpo do cão. As posições da mão podem variar conforme o local a ser tratado e quase sempre o o cão entrará  em um estado de profundo relaxamento ou sono.
Todos os cães podem beneficiar de Reiki, sejam eles moradores de abrigo ou cães de lares felizes. Pois mesmos nos cães saudáveis, o Reiki ajudará  a manter o equilíbrio energético e promover sua  a saúde e seu bem-estar. Para os cães que sofrem de doença ou lesão, seja física ou mental, Reiki é um poderoso complemento aos métodos de cura convencionais e alternativos.
Os animais que estão velhinhos e irão morrer em breve, o  Reiki dá-lhes  um gentil e amoroso apoio neste processo.
Para quem  trabalha com cães, ou seja voluntários em um abrigo, ou mesmo qualquer pessoa que tenha   um cão, o  Reiki é uma ferramenta de cura maravilhosa  a ser oferecida a seus amigos animais.
Para saber mais sobre Reiki com animais, procure um mestre de Reiki perto de você, pois com certeza, seus companheiros caninos se beneficiarão enormemente com as suas mãos de cura!


sexta-feira, 31 de maio de 2013

Mais vale um cachorro amigo do que um amigo cachorro

Mais vale um cachorro amigo do que um amigo cachorro!”
ninablogTodos acreditam quando alguém diz que o cachorro é o melhor amigo do homem, mas poucos sabemos o porquê. Porém, há quem vivencie essa realidade, como o reciclador Renato Mário Santos e sua cadelinha Nina.
Desde que Renato ficou internado, no Hospital Irmã Dulce em Salvador, para um tratamento de alcoolismo, a cadelinha Nina começou a chamar a atenção das pessoas que frequentavam o local. Médicos, pacientes e funcionários ficaram muito emocionados, ao
Cadela_Salvador_700_525
verem que Nina passou a morar na calçada em frente ao hospital.

- “Ela fica aqui todos os dias. Como uma cadela bem educada, ela não entra no hospital – afirmou o funcionário."
O mais impressionante é que a cadela conseguiu identificar a janela do quarto de seu dono. A sua vida tem sido ficar esperando um sinal de Renato, e ela não se cansa de lançar olhares para o alto do prédio do hospital.
- “Carinho, atenção, saudade e emoção é o que ela tem por mim. Estamos juntos há dois anos – declarou o dono de Nina.
Renato e Nina-Salvador
Podemos perceber que a ligação entre os dois é muito forte, uma verdadeira amizade! Renato declarou que a Nina o acompanha em todos os lugares, inclusive no trabalho.
cadela
Além de acompanha-lo a Nina ainda o ajuda, enquanto Renato recicla, ela cuida das coisas que ele vai separando, e não deixa ninguém mexer em nada. Sem contar que o protege ameaçando atacar qualquer um que “colocar a mão nele”.
Até eu gostaria de ter um cachorro amigo, já estou cheia de amigos cachorros, e você?
Não deixe de clicar logo abaixo em “Recomendar”, espalhando esse post e ajudando o Minilua!
Siga-me no Twitter: (@Nandy Martins)

Fonte: Minilua