quarta-feira, 22 de março de 2017

Pessoas inteligentes são mais propensas a confiar nos outros

Um novo estudo descobriu que pessoas inteligentes são mais propensas a confiar nos outros, enquanto aqueles que possuem pontuação mais baixa em testes de inteligência têm menos chances de confiar nas pessoas.
Os pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, basearam sua descoberta em uma análise do General Social Survey, uma pesquisa nacional representativa de opinião pública realizada nos Estados Unidos a cada um ou dois anos.

Segundo os autores do estudo, uma possível explicação para este fato curioso seria que as pessoas mais inteligentes são melhores em julgar o caráter dos outros e, por isso, elas tendem a se relacionar com pessoas que são menos propensas a traí-las. Outra razão pode ser que as pessoas mais inteligentes são melhores em avaliar situações e, consequentemente, reconhecem quando há uma forte tendência de que a outra pessoa não vá cumprir com a sua palavra.
O estudo, publicado na revista PLoS ONE, chegou à mesma conclusão de pesquisas anteriores, que analisaram os dados de confiança e inteligência de países europeus. Os autores defendem a importância de pesquisas do tipo porque a confiança social contribui para o sucesso de instituições sociais importantes, tais como programas sociais do governo, previdência social e mercados financeiros. Além disso, a pesquisa confirma que as pessoas que confiam mais nos outros apresentam melhor saúde e mais felicidade.

Os pesquisadores de Oxford descobriram, porém, que a ligação entre confiança e saúde e entre confiança e felicidade não é explicada pela inteligência. Por exemplo, as pessoas que mais confiam em outros poderiam ter relatado uma melhor saúde e uma maior felicidade apenas pelo fato de serem mais inteligentes. Entretanto, este não é o caso. A descoberta confirma que a confiança é um recurso valioso para um indivíduo, e não é simplesmente um substituto para a inteligência.
O autor principal, Noah Carl, do Departamento de Sociologia da universidade, explica que a inteligência continua ligada à confiança em outras pessoas mesmo depois de se levar em conta outros fatores, como estado civil, escolaridade e renda. “Esta descoberta confirma o que outros pesquisadores já têm argumentado há tempos: ser um bom juiz de caráter é uma parte distinta da inteligência humana que evoluiu através da seleção natural. Entretanto, há outras interpretações possíveis para as evidências apresentadas, e mais pesquisas são necessárias esclarecer esta questão”, diz.

O pesquisador e professor Francesco Billari, também do Departamento de Sociologia, considera que, uma vez que as pessoas que confiam nos outros gozam de melhor saúde e mais felicidade, o estudo da confiança social possui implicações mais amplas na área da saúde pública, política governamental e caridade privada.
“Há boas razões para pensar que os governos, os grupos religiosos e outras organizações cívicas devem tentar com mais afinco cultivar a confiança na sociedade”, opina. Segundo Billari, a confiança social tornou-se um tema cada vez mais importante para os acadêmicos, que querem entender as causas de uma melhor saúde e de maior felicidade dentro da sociedade. [Medical Xpress]

Fonte: HypeScience

Receita básicas para vários docinhos

Minha mãe, a bam-bam-bam dos docinhos, ontem me alertou que havia uma receita muito melhor que o SEGREDINHO DE AMOR  para fazer em casa...e que também era fácil. Dai fui buscar a formula secreta dos recheios dos doces que durante muito anos minha mãe fez para vende-los...E a receita abaixo pode ser a base vários docinhos...Eu resolvi posta-lo em forma de foto do próprio caderno dela...Vejam...é a primeira receita que esta  acima á direita ...E como podemos ver esta  é para fazer "casadinhos", metade sem chocolate e a outra com ...e unidos ficam como a foto que segue logo abaixo ....

VEJAM COMO FICAM OS CASADINHOS FEITOS COM A RECEITA ACIMA (FÁCIL FACÍLIMOS!!!!)

OUTRA OPÇÃO É USAR O RECHEIO ACIMA ( 2 latas de leite condensado + 1 coco ralado + 5 gemas) E APÓS FAZER AS BOLINHAS, APENAS BANHE-AS NO FONDANT (minha mãe batia o açúcar em casa mas agora tem pronto e´só comprar no supermercado facilmente....)

terça-feira, 21 de março de 2017

4 razões científicas que explicam por que o errado é mais gostoso

Só para deixar uma coisa bem clara, ser um idiota não é legal. Portanto, não leia o título deste artigo e o use como justificativa para sair por aí fazendo tudo de errado que houver no mundo. No entanto, de fato, algumas coisas que a sociedade “não permite” podem trazer sensações boas demais para ignorarmos. Confira:

4. Mentir é bom – só quando não machucamos ninguém


A verdade é que gostamos de mentir. Mentir às vezes parece mais fácil que dizer a verdade (nem sempre, mas você entendeu), e, segundo um estudo publicado na revista Psychological Science, pode até aumentar sua criatividade. Todos conhecem aquela sensação gostosa que vem do ato de cometer uma fraude, como passar no sinal vermelho quando é tarde da noite e ninguém está na rua. No entanto, o impulso extra que vem de dizer uma mentira vai embora se isso ferir os sentimentos de alguém.
Como somos criaturas muito empáticas, se nossas mentiras machucam diretamente alguém, o contrário ocorre – nos sentimos mal. Por exemplo, às vezes mentimos para tentar proteger um amigo e nos sentimos ótimos com isso, mas se ele descobre a verdade e fica chateado, vamos de um extremo a outro rapidamente.

3. Fofoca é boa para o ambiente social


Você não adora quando as pessoas falam mal de você sobre as costas? Claro que não. Mas você faz isso com todo mundo, porque é assim que as coisas são. Na verdade, pesquisadores até creem que existem motivos evolucionais para tanto: por um lado, a fofoca pode ter um papel protetor, ajudando as pessoas a distinguir seus amigos de seus inimigos, e, por outro, pode servir para unir as pessoas em um laço social.
Um estudo chegou a conclusão que, na realidade, fofocar é essencial “para uma compreensão real do nosso ambiente social”. No final do dia, há uma razão pela qual é tão bom falar sobre as pessoas que não estão por perto: isso nos permite comparar as nossas vidas a dela, e como a fofoca geralmente incide sobre o ruim, o jogo é manipulado para que possamos sair por cima, o que é ótimo para a nossa autoestima, nosso desenvolvimento social e nossa compreensão dos sinais sociais. Por exemplo, é ótimo saber que sua amiga acabou de terminar um relacionamento se você não está em um faz tempo – faz você se sentir mais “igual” a ela.
Isso não quer dizer que maldizer as pessoas o tempo todo é uma boa ideia. Se você se tornar esse cara, ninguém vai te querer por perto. Mas, além dos benefícios psicológicos, dividir algumas informações pode ser uma ótima maneira de saber o que seus amigos estão fazendo e pode realmente ajudar a construir um relacionamento. O fato de que as pessoas escolheram compartilhar informações sensíveis com você forma um laço de confiança, enquanto se recusar a fazer fofoca pode ser percebido como um sinal de que você é “de fora” ou não pertence a um grupo.

2. Segurar gases faz mal para a saúde

Acontece que segurar gases não é apenas uma distração – é realmente ruim para a sua saúde. O gás lutando para escapar de seu corpo não vai dizer: “Ah, agora não é um bom momento para você [como durante aquela reunião com seu chefe]? Vou esperar, então”. Ele é um maldito teimoso, e vai cavar através do seu interior até encontrar uma maneira de escapar do seu traseiro. Sendo assim, a pressão dos flatos reprimidos pode criar divertículos (manchas elásticas) em seus intestinos, que podem infeccionar. Sabe quando você estica um balão para enfraquecê-lo antes de inflá-lo? Toda vez que você resiste a liberação do vento fedido para o bem dos outros, você está fazendo isso com seu intestino.
Uma vez que o odor dos gases em si também distrai, o que você faz se for, digamos, um piloto de avião, que trabalha com um copiloto em um espaço apertado em altas altitudes onde peidar é mais provável devido a menor pressão do ar? Se você tentar segurar, a distração pode prejudicar a sua capacidade de pilotar o avião, mas se você soltar, o odor irá distrair os dois pilotos. E agora, José? Felizmente, cientistas encontraram uma solução inteligente: a instalação de pacotes de carvão ativado nos assentos, que absorvem o peido e permitem que o piloto voe o avião sem se distrair por qualquer odor ou barulhos sinalizadores de que ele não vai conseguir segurar este. Graças a Deus existem pessoas trabalhando nisso.

1. Abandonar seus amigos online te faz mais feliz

Todo mundo já sonhou pelo menos uma vez em abandonar a vida social online: apagar todas as contas em redes sociais, desligar o celular, jogar o notebook pela janela, queimar o carregador que praticamente faz parte do seu corpo agora. Seria impossível. Mas você seria mais feliz.
Cientistas monitoraram o uso do Facebook de diversos participantes e descobriram que quanto mais eles usavam o site, mais triste e ansiosos ficavam. Os pesquisadores não sabem direito por quê, mas sugerem que é porque você fica se comparando aos outros o tempo todo. E, uma vez que a comparação social é uma grande parte da socialização, cada vez que você olha para o seu feed de notícias, compara a sua própria (ruim) imagem a melhor versão totalmente artificial que os seus amigos criaram especialmente para o Facebook. Não é porque eles estão sendo desonestos, e não porque é impossível ter amizades significativas online, mas porque esse é o ponto do site: você pode escolher como os outros te veem. É difícil manter-se totalmente genuíno, porque você sabe que qualquer coisa que você postar será visível para 95% de todas as pessoas que você já conheceu em sua vida.
Mas, mesmo sabendo que o Facebook é ruim para você, é impossível sair. Ninguém sai. Você e todos os outros estão sob uma enorme pressão para continuar nas redes sociais, porque elas são incrivelmente populares e você não pode ser a única pessoa do mundo a não estar lá. Ou seja, é ruim, te faz mal, você sabe disso, mas não, você não vai abandonar esse hábito.

Fonte: HypeScience

COBERTURA COR DE ROSA PARA BOLO

Eu  tinha esquecido de postar essa cobertura que minha mãe costumava fazer, pois além de gostosa o bolo fica lindo! E hoje quando cheguei na casa dela eu lembrei e já vou compartilhar com minhas amigas "quituteiras de plantão"!!!

  • 1 xícara de água
  • 2 xícaras de açúcar
  • 3 colheres de sopa de gelatina de morango
  • 2 claras batidas em neve
  • baunilha

Misture a água com o açúcar e a gelatina e leve ao fogo para levantar fervura, e até que o açúcar esteja dissolvido.
Adicione esta mistura levemente ás claras em neve e bata em alta velocidade até obter consistência  de suspiro e, depois, acrescente a baunilha e misture bem.

domingo, 19 de março de 2017

BOLO FINO PARA 1ª EUCARISTIA

Um momento sublime na vida do cristão marca sua comunhão,pela primeira vez com o corpo do Cristo.  A importância da ocasião merece ser festejada de maneira inesquecível, entre parentes e amigos chegados e com a mesa finamente decorada. 

MASSA
7 ovos
7 colheres (sopa) de açúcar
7 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó

Bata os ovos com o açúcar até obter um creme.
Junte a farinha peneirada com o fermento, apenas mexendo suavemente para misturar, sem bater. Asse em fôrma retangular de 28an x 4Ocm, untada e enfarinhada. Faça duas receitas.

RECHEIO
1 litro de leite
6 gemas
8 colheres (sopa) de açúcar
4 colheres (sopa) de amido de milho
1 colher (chá) de essência de baunilha
100 g de uva-passa sem sementes

Junte os cinco primeiros ingredientes e leve-os ao fogo mexendo sempre, até engrossar. Adicione a uva-passa e misture bem.

GLACÊ
4 claras
2 colheres (sopa) de suco de limão
l kg de açúcar de confeiteiro
I kg de gordura vegetal hidrogenada
anilinas azul, laranja e amarela

Bata os três primeiros ingredientes, junte a gordura vegetal  e bata mais um pouco. Reserve uma pequena porção sem colorir e tina quantidades minimas com as anilinas laranja e azul, colorindo o restante de amarelo. Reserve.

FONDANT
água
açúcar de confeiteiro o suficiente
anilinas azul e amarela

Junte água ao açúcar de confeiteiro até obter um mingau grosso, na quantidade que julgar suficiente. Tinja com as anilinas. Reserve uma pequena porção sem tingir.

MASSA PARA A DECORAÇÃO
50 gramas  de margarina
1 xícara (chá) de farinha de trigo
1/2  xícara (chá) de açúcar
1 colher de spa de água
1 ovo pequeno

Misture todos os ingredientes, amassando a pasta até desgrudar das mãos. Abra a massa com o rolo e recorte o cálice e a hóstia, segundo o molde. Leve para assar, controlando o tempo entre 5 e 10 minutos, em função da espessura em que for estirada.

MONTAGEM
Abra os bojos ao meio e espalhe o recheio. Recorte-os segundo o esquema e monte a cruz. Passe uma farta camada de glace amarelo sobre a superfície superior e nas laterais, alisando bem com uma espatula. Com o bico-concha e glace branco, trabalhe os contornos externos, superior e inferior, rente ao prato.
Com a ponta de uma faca, risque a cruz mais central. Contorne-as com o mesmo bico e glacê. Deixe secar bem. Aplique então o fondant azul na cruz central, alisando com uma espátula. Enquanto seca, à parte, aplique fondant amarelo no cálice de bolacha e branco na hóstia, alisando bem.
Deixe secar e transporte-os para a cruz central. Com bico perlê fino e glacê tingido de azul, escreva a mensagem e dê acabamento a borda do cálice. Com o mesmo bico e glacê tingido de laranja, trabalhe sobre a superfície superior, ziguezagueando no espaço entre o acabamento externo e a cruz azul. Com espaguete fino complete a decoração, introduzindo-os sob a "hóstia", simulando irradiação.

DECORAÇÃO
espaguete fino

quinta-feira, 16 de março de 2017

Bolo criança afro descendente

Minha mãe chamava esse bolo de "BOLO NEGRINHO", mas atualmente esta expressão foi substituída por AFRO DESCENDENTE. Então,  espero que a mama Tereza aprove a pequena alteração na sua tradicional receita

Ingredientes para o bolo 
6 claras
1 pitada de sal
6 gemas
1 e 1/2 xícara (chá] de açúcar
1 e 1/2 xícara (chá) de leite quente
1 pitada de noz-mascada
2 xícaras (chá] de farinha de trigo
1 xícara (chá) de chocolate em pó solúvel
1 colher (sopa) cheia de fermento em pó

Para o recheio 
1 lata de leite condensado com café
2 tabletes pequenos de chocolate meio amargo (90 gramas) picados
2 colheres (sopa) de leite

Para a cobertura 
1 lata de creme de leite
4 tabletes pequenos de chocolate superior meio amargo (180 g) picados

Para a guarnição 
250 g de fios de ovos
1 xícara (chá) de açúcar de confeiteiro ou de coco seco ralado
2 damascos secos grandes
1 pacote de confeitos de amendoim cobertos com chocolate
1 pacote de confeitos coloridos, redondos e pequenos
Papel crepom listado

Modo de Preparo
Para o bolo bata as claras em neve, junte o sal e bata um pouco mais. Adicione as gemas, continuando a bater muito  bem.  Junte aos poucos o açúcar e bata bem. Acrescente o leite e bata até que a massa fique bem fofa, Em seguida. junte a noz-moscada e a farinha peneirada com o chocolate em pó solúvel e o fermento, misturando com delicadeza.
Coloque em fôrma redonda (30 cm de diâmetro) e asse em forno médio (200°C) por aproximadamente 40 minutos.
FOTO 1

Prepare o recheio: coloque a lata de leite condensado com café na panela de pressão e cozinhe, em banho-maria, por 30 minutos. Espere esfriar, abra a lata e despeje o conteúdo numa tigela. Derreta o chocolate meio amargo em banho-maria e acrescente ao doce de leite.
Junte também o leite e misture muito bem. Reserve
Para a cobertura aqueça o creme de leite em banho-maria.  Retire d fogo e  acrescente o chocolate superior meio amargo. Misture com uma colher até derreter todo o chocolate e  formar um creme homogêneo. Deixe esfriar.
FOTO 2
Desenforme o bolo depois de frio e corte-o conforme a foto 1.
Monte de acordo com a foto 2., cruzando as partes laterais e colocando-as no alto da cabeça.
Em seguida, divida-o ao meio e recheie com o recheio reservado.
Cubra-o com a cobertura já fria e guarneça da seguinte maneira: faça o cabelo com os fios de ovos, e os olhos e a boca com o açúcar de confeiteiro ou com o coco seco ralado; as orelhas com os damascos; use  os confeitos de chocolate para fazer o acabamento dos olhos; com os confeitos coloridos, faça o nariz, as sobrancelhas e o acabamento da boca; faça um laço com o  papel crepom e monte a gravata.

Rendimento: cerca de 2O porções 

LEI DO BEM ME QUERO

A gente sempre fica reclamando de nossa baixa auto estima, mas, de verdade mesmo, o que costumamos fazer além de reclamar? E olha que conheço muito gente que nem ao menos reclama simplesmente porque ainda nem sabe que a causa de suas dores na alma é a famigerada falta de estima por si mesmo! Pois é, por incrível que pareça tem gente que se convence que é menos digna de amor que as outras pessoas! E essa convicção se cristaliza de uma forma que se torna um mito pessoal no qual a pessoa acredita piamente e passa a agir e reagir baseada nessa mentira. E, desnecessário dizer que o resultado disso é uma vida de dores  resultante desse desamor próprio.
Não vamos conseguir mudar essa situação do dia para noite, porem temos que focar nesse objetivo e, diariamente, dar um passinho nessa direção. Digo passinho, já que qualquer mudança deve começar com uma meta bem básica e tangível, pois, dificilmente conseguimos algo quando colocamos uma meta muito ousada, talvez até seja mais um mecanismo de resistência do nosso sabotador interno que nos quer ver sempre numa pior.
Por exemplo,  eu comecei a exercitar a melhora na minha auto estima fazendo carinhos  muito singelo para mim mesma, comecei a investigar os alimentos que eu gostava e prepara-los de uma forma que EU mais apreciava! Acreditem ou não, mas nos paparicar cozinhando para nós mesmos é ótimo!
Outra coisa até meio bobinha que desenvolvi foi fazer sabonetes caseiros adequados para minha pele e com aromas incríveis, para presentear-me (sempre gostei de desenvolver receitas de sabonetes artesanais, mas só que fazia-os apenas para presentear os outros). E ai, além do gesto por si só, todas as manhãs eu, mesmo sonolenta sob o chuveiro, respiro fundo aqueles cheirinhos que mais gosto e  lembro daquela mulher batalhadora que mora dentro de mim e é merecedora de todo meu respeito e amor : EU!